Sunday, October 12, 2008

93 / Juízes de Fora - Parte II

Em Dezembro de 2007, fizemos um apontamento a propósito do Sr.Procurador-Geral da República (PGR), Pinto Monteiro, ter nomeado a Procuradora Maria Helena Fazenda, de Lisboa, para dirigir e coordenar a investigação de todos os inquéritos relacionados com os crimes da noite portuense [ver Mensagem 21 / Juízes de Fora]. Tem trabalhado em silêncio e, parece-nos, produzindo efectivamente trabalho de qualidade. O seu silêncio e low profile vale mais do que ouro. Tal como dizem os ingleses: «No news is good news». Por maioria de razão... quando há notícias, é porque estas são más. O computador portátil foi-lhe roubado. O seu hard disk tinha que ter informação do valor do peso do seu silêncio. Não adianta vir dizer que lá não havia nada de importante, pois ninguém quer ter a imagem da senhora, a levar um portátil consigo, só para consultar sites [eventualmente duvidosos] na net ou para praticar uns joguinhos com o CR7. Obviamente que o seu portátil estava cheio de coisas importantes. Quanto mais depressa admitir melhor. Já agora, a talhe de foice, pergunta-se: será que os Magistrados conhecem a legislação SEGNAC no que diz respeito a matérias classificadas? É que o Ministro da Defesa Paulo Portas, desconhecia [ver Mensagem de Novembro de 2007, 14 / Perigosa Rapina.]

12 comments:

Anonymous said...

Nem o Ferro Rodrigues sabia o que era a SEGNAC( no mínimo cagava-se para isso).Pouca gente sabe e ainda menos se interessam por saber.Se até as instalações policiais são assaltadas, onde poderá algo, estar seguro?Hoje,pelo menos um diário,disse que a competência da investigação deste crime era da PSP, porque será?A Srª Drª tem uma equipa dedicada, não tem?

Anonymous said...

Até pode que seja desleixo!!! Mas que é muita coincidência, certamente fácil de justificar. Ah! e tal, assaltaram-me a casa, roubaram-me o computador, vejam lá, malandros! Tinha lá tudinho, pensava eu que era seguro, malandros.

Anonymous said...

Não confundir segredo de justiça com o segnac1/2/3, é que uma coisa não tem nada a ver com a outra.

Anonymous said...

Pois sim Segnac o quê?? A Sra. Dra. sabe lá o que é isso porque até pode que seja desleixo!!! Mas que é muita coincidência, certamente fácil de justificar. Ah! e tal, assaltaram-me a casa, roubaram-me o computador, vejam lá, malandros! Tinha lá tudinho, pensava eu que era seguro, malandros. Ah! Afinal até nem estava nada de importante no tal computadorzito. Segnac?? Pois.

Anonymous said...

Vá lá,vá lá.Esta Srª não é como a Candinha, porque essa não gostou nada de ter ficado sózinhita.Ai se o Sr. DN sabe....Alguém vai levar nas orelhas.

Anonymous said...

Parece-me que já existe o Senac 4, ou estarei errado?Mas não admite votações de dedo no ar.

Franco said...

Resolução do Conselho de Ministros N.º 50/88 (SEGNAC 1)-Aprova as instruções sobre a segurança de matérias classificadas;

Resolução do Conselho de Ministros N.º 37/89 (SEGNAC 2)- Aprova as instruções sobre a segurança industrial,tecnológica e de investigação;

Resolução do Conselho de Ministros N.º 16/94 (SEGNAC 3)- Aprova as instruções para a segrança acional-segurança das telecomunicações;

Resolução do Conselho de Ministros N.º 5/90 (SEGNAC 4)- Aprova as instruções que têm como objectivo garantir a segurança nos sistemas informáticos.

Anonymous said...

Agora vai sair o SEGNAC 5, que será +- isto:
Resolução do Conselho de Ministros N.º ?/?? (SEGNAC 5)- Aprova as instruções que têm como objectivo garantir a segurança em casa dos magistrados.

Anonymous said...

Seguidamente o SEGNAC 6 que aprova a segurança das instalações das forças e serviços de segurança.Eheheheheheheeheh.Levem-me para a ilhaaaaaaaaa......

Anonymous said...

Para estas protecções exclusivas não é preciso Segnac nenhum. Só temos que aplicar a nossa vasta experiência: aplicamos o similar de policiamento de proximidade «Escola Segura» ou «Comércio Seguro», o «Magistrado Seguro»

Anonymous said...

Esses modelos de policiamento da forma como são aplicados, servirão quando muito, para como soi dizer-se,inglês ver e promoção política

Anonymous said...

Com tantas resoluções de protecção das diversas matérias qual o critério na colocação das pessoas que tem acesso a essas bases de dados está na altura de elaborar e aplicar uma resolução ao assunto...