Wednesday, November 12, 2008

99 / Desistir

De tempos a tempos somos confrontados com a triste realidade dos suicídios que vão acontecendo, tanto na PSP como na GNR. Normalmente aborda-se o facto, o suicídio, como um número, ou seja, com infomações do género: «GNR matou-se ontem e subiu para 14 os casos de 2008»[Subtítulo da manchete do Diário de Notícias de 12 de Novembro]. Depois compara-se com os elementos da PSP que se suicidaram no mesmo período. É triste, mas é assim que as coisas são apresentadas: por números. A reportagem do Diário de Notícias, que até ocupa um lugar nobre do jornal (centrais e mais uma página) não diz nada de novo: apresenta casos reais, graves, mas comuns a várias profissões e dá voz a vários doentes e entre eles, um com 50 [cinquenta !!!] processos disciplinares: «Há cerca de 50 processos internos contra mim». Por seu turno a GNR diz que vai fazer autópsias psicológicas* .Vamos aqui propôr que nos deixemos de brincadeiras, pois a realidade já não se compadece com mais estudos. Já todos sabemos o que está mal, logo pergunta-se: porque teimam os nossos dirigentes em agir?
[Sobre este assunto, veja-se a mensagem 90 / Real]
{ [*A autópsia psicológica é um procedimento utilizado em casos onde há dúvidas sobre as circuntâncias de uma morte, fazendo-se [se] necessário uma reconstrução do perfil psicológico da vítima e seu estado mental antes do fato juridicamente questionado] in "sanidadeinsana.blogspot.com"[O objetivo é firmar sintomas que sejam determinantes de suicídio, com os quais um número satisfatório de analistas concordem, para que se possa a partir daí avaliar pessoas que corram o risco de se matar e prevenir o problema] in "www.prometeu.com.br"}

43 comments:

Anonymous said...

Continuo a achar este tema falso. Serve a alguém falar dos suicidios, não sei a quem. As desculpas profissionais não servem e são tendenciosas. Há muita gente que ganha pior que as policias e não se suicida, que tem problemas no emprego e não se suicida. O estado mental que leva ao suicidio é comum a qualquer cidadão, independentemente da sua profissão e dos problemas com a mesma. Preocupem-se em estudar as causas mentais de um individuo com tendências suicidas antes de o associar à sua profissão e neste caso à PSP ou GNR. Conheci recentemente um jovem de 15 anos, com tendências suicidas e ainda não tem profissão, assim como tem um ambiente familiar invejável de apoio, no entanto é doente, neste sentido. Não usem os suicidios para obter quase nada, sabe-se lá porquê!!!

Anonymous said...

Quase que concordo!

Franco said...

A pergunta final do post acho que está mal formulada. A pergunta é: «porque teimam os nossos dirigentes em agir?» Acho que poderia ser feita de duas meneiras menos da que foi feita.
1ª Maneira: Porque TARDAM os nossos diregentes em agir?
2ª Maneira: Porque teimas os nossos dirigentes em NÃO agir?
Escrevi em maiúsculas as alterações propostas. Assim, acho correcto. Conforme está formulada a pergunta não está correcta. Salvo melhor opininião

Anonymous said...

Colega comentador November 13,2008, 11:55 AM, já lidou com o facto de algum colega seu se ter suicidado no seu local de serviço? E de algum familiar? Não conheço o autor do blog, mas devo dizer-lhe que concordo com alguma temática apresentada. O autor refere-se ao facto dos profissionais das FS terem que lidar com este problema com grande frequência, não só porque diz respeito a “camaradas seus de armas”, mas porque também porque na sociedade civil se passa o mesmo. O Suicídio é uma temática demasiado séria para ser tratada com leviandade.
Este tema já serviu de tese de mestrado e doutoramento em inúmeros cursos, uma rápida pesquisa no Google poderá ver as inúmeras páginas apresentadas e alguns dos mais “experts”. Agora imagine V.Exª. que um colega seu ou familiar é vítima de suicídio, como é que reagirá? Como é que vai ser a sua vida daí em diante? Quantas profissões conhecem que estejam sujeitas à pressão, ansiedade e stress como nas forças de seguranças? Compare então o nível de remuneratório? Qual o papel das chefias directas e indirectas? Só para reflexão.

Anonymous said...

Pq é que só se suicidam os de baixa patente?

Anonymous said...

Colega comentador November 13,2008, 11:55 AM, deve ser lido 11:51 e já agora 11:55

Anonymous said...

Este é daqueles assuntos em que se sabe algo sobre a matéria ou não. Não dá para especular como nos outros. Um individuo doente com tendências suicidas, tem por hábito "copiar", se se fala muito dos suicidios nos média, é um factor que pode ser decisivo no despoletar de uma situação. Quanto às patentes, se bem me lembro ainda o ano passado se suicidou um Subcom e recentemente um Com (penso eu de que). Não quer isto dizer que factores profissionais não tenham a sua influência, mas não são de todo determinantes para o suicidio.

Anonymous said...

Julgo que uma parte percentual que contribui para o suicídio,terá em parte a ver com a muita protecção familiar que a pessoa teve,o não estar preparada para enfrentar a realidade,normas rígidas,em alguns casos rodeada de mediocridade,nos locais de trabalho onde esperariam algum apoio da parte de quem lho podia e divia dar,salvo excepções tambem são capazes de ser ridicularizados,daí ao colapso é um passo muito pequeno.

Anonymous said...

Caro comentador November 13, 2008 3:49 AM
O Sr. possivelmente faz parte do grupo dos frustrados que acha que os comandantes são todos maus e que os Agentes é que deveriam comandar... ou talvez não e apenas tenha querido dar mais um contributo para a discussão.
Quero crer que fez o comentário pela segunda razão e por isso adianto-lhe o seguinte:
- O ano passado, em Lisboa, um Subcomissário suicidou-se com a arma de serviço.
- Há cerca de três anos, em Lamego, um Comissário suicidou-se com a arma de serviço e no interior da Esquadra.
Estes são os casos recentes de que me lembro e olhe que, um Comissário no universo de cerca de trezentos que o quadro da PSP tem, estatisticamente talvez represente mais do que uma dúzia de Agentes num universo de alguns milhares...
Ainda há pouco tempo vi um estudo acerca do tema, que colocava os suicídios na Polícia num patamar bem abaixo de outras profissões.
Quero com isto dizer que, o problema, obviamente, existe! Mas,atinge todos, todas as classes, todas as profissões e por isso, se realmente querem contribuir para a solução, convém que tenham uma visão mais abrangente, mais global e menos tendenciosa.

Anonymous said...

Ilustre Comentador November13,2008 6 .12AM, Ninguém é perfeito, e muito menos os que estão encobertos, e para não fazer parte dos encobertos passarei a assinar (MC), e como discordo de boa parte do seu comentário, aqui deixo alguns dados para reflexão.
Quanto aos casos que V.Exª. refere, prefiro nem os comentar até porque saberá melhor que eu o que está por detrás disso, que até fica mal os trazer a debate. Digamos que será melhor referir a pressão, a ansiedade e o stress, assim não se ferem susceptibilidades, certo!
Sabe, eu referi nas Forças de Segurança e não referi uma em particular.
Eis os dados:
• O número de mortes por suicídio, em termos globais,
para o ano de 2003 girou em torno de 900 mil pessoas;
• Na faixa etária entre 15 e 35 anos, o suicídio está entre as
três maiores causas de morte;
• Nos últimos 45 anos, a mortalidade global por suicídio
vem migrando em participação percentual do grupo dos
mais idosos para o de indivíduos mais jovens (15 a 45
anos);
• Em indivíduos entre 15 e 44 anos, o suicídio é a sexta
causa de incapacitação.;
• Para cada suicídio há, em média, 5 ou 6 pessoas próximas
ao falecido que sofrem consequências emocionais,
sociais e económicas.
(In-Prevenção do suicídio: manual dirigido a profissionais das equipes de saúde mental, Ministério da Saúde – Brasil, Estratégia Nacional de Prevenção do Suicídio)
Ass: MC

Anonymous said...

Acontece que estamos em Portugal e não Brasil, exmº comentador das 07:25

Anonymous said...

comentador de 8:11AM, Portugal ficou eternamente só na era Salazarista, leia atentamente, os dados referem-se à população "mundis", e como eu não quis plagiar, tive que citar a fonte, Certo?
Ass: MC

Anonymous said...

Mais uma razão para eu repetir "Acontece que estamos em Portugal e não Brasil". Se percebesse alguma coisa do assunto, teria lido e não transcrito. Cada sociedade é "una", tanto sociologicamente como antropologicamente. Os conceitos publicados poderão não ser válidos no nosso Portugal, e não o são efectivamente. Poderemos utilizá-los analiticamente, mas não comparativamente.

Anonymous said...

E Psicologicamente? Ai v.exª. v.exª. intão num serum os temas aki colados relacionados com doenças da psique? Toma lá e embrulha

Nicolau Maquiavel said...

Sempre tive a convicção que em Portugal as Policias ou não actuavam ou quando actuam, actuam mal. E não percebia porquê. Hoje , após presenciar um facto, fez-se luz no meu espírito. Então não é que 2 ou 3 imberbes aspirantes juntamente com dois guardas faziam uma operação stop(?) numa rotunda movimentada de Lisboa? Sendo assim os futuros chefes aprendem com os futuros subordinados. Aprendem os vícios, os erros, as prepotências, enfim tudo aquilo que será suposto amanhã corrigirem(?) nos seus chefiados. Belo estágio, se de estágio se trata, não há dúvida. Assim não podemos esperar nada de bom dos nossos defensores (?)da ordem e tranquilidade pública. Deus nos livre dos polícias que dos ladrões livramo-nos nós.Nicolau Maquiavel

Anonymous said...

Sr. Nicolau!!! Não vale a pena sermos idiotas, mas sim construtivos. Não ouça tanto o BE, mas incuta nessa cabecinha que as regras existem para cumprir. Caso contrário atire-se ao mar...

Anonymous said...

"Então não é que 2 ou 3 imberbes aspirantes juntamente com dois guardas faziam uma operação stop(?)
November 14, 2008 3:43 AM"
Quem utiliza a língua nestes termos devia estar internado.

"November 13, 2008 1:51 AM
Não usem os suicidios para obter quase nada, sabe-se lá porquê!!!"

Até eu gostaria de perceber a quantidade de estupidez necessária para alguém fazer este tipo de afirmações.

tentador said...

O suicídio é um problema sério. Mais sério é estruturas de comando que não se apercebem que os seus comandados estão à beira dele. Começar a discutir o problema a partir daqui é útil. Fechar os olhos a esta triste realidade, e ainda por cima com elementos que estão armados, é quase como ser cúmplice. Roça o homicídio por negligência, saber que o facto vai acontecer, ou mesmo a eutanásia, dar todos os motivos para que o elemento ponha termo à vida.

Anonymous said...

Já que se trata de um caso muito sério, È só riiiiiiiiiiiiiir.

Anonymous said...

Ò sr. Nicolau,hà pessoas que morrem outras ficam como o sr.traumatizadas,o modo como classifica as pessoas e o conceito que delas faz de erráticos prepotentes vicíados,logo á partida deixa-o ficar muito mal no retrato mesmo que ele não seja visível.

Anonymous said...

Aplaudo o Comentador Nicolau, só quem não tem conhecimento de liderança é que deixa que este tipo de coisas aconteça. E mais gravoso perca tempo com comentários vazios de conteúdo.
Não se esqueçam que a maior e melhor escola de líderes está em Bruxelas, no colégio (. . . ) para não fazer publicidade. Mas em Portugal, sem margem de dúvidas, essas escolas são as academias (Militar, Força Aérea e Escola Naval). Custa a acreditar que os Sr.s Aspirantes não estejam sempre acompanhados por um oficial, algo vai mal! Mas com tanto Sr.OFICIAL aqui no blog, não me digam que ainda não tiveram tempo de informar o ISCPSI da situação e refazer o erro.
Ou será que os Srs.Aspirantes vão dar conta do acontecido no seu relatório final de estágio?
Ass.MC

Anonymous said...

"Ass.MC

November 14, 2008 8:42 AM"
O MC é imberbe.

Anonymous said...

Sr nicolau,aqui este blogg,é aberto aos policias em geral,mas voce,é indesejado.
Vá lá para os bloggs da sua "guerra-gnr"quelá é onde prolifera a má educação e o insulto barato.

Nicolau Bernardo Maquiavel said...

Lamento as reacções ao meu post e mais ainda as supostas ligações profissionais que não tenho. Parece que o problema que levantei é de somenos importância para alguns, quando deveria ser acolhido e discutido para a melhoria da formação do pessoal dirigente. Não admira que os resultados sejam os conhecidos. Felizmente que ainda há pessoas como o MC que têm alguma noção do que é chefiar/liderar.Quanto ao ser indesejado é uma maneira própria de quem não tem argumentos para rebater opiniões por mais incisivas que elas sejam. Como o blog não é exclusivo dos polícias, é como ter um estabelecimento aberto ao público, entrarei sempre que entenda dar a minha opinião. Gostava era duma discussão elevada,desprovida de complexos ou corporativismos.Já conversei com policias conhecidos que até têm o mesmo entendimento deste assunto coincidente com o meu. Até sempre. Nicolau B. Maquiavel

Anonymous said...

Maquiavel: livrai-nos dos polícias... que dos ladrões livramo-nos nós bem!... Caros leitores; atentem bem na expressão e reflictam,tirem as vossas conclusões.

Anonymous said...

"Nicolau Bernardo Maquiavel said..."
Um líder nunca falaria como Vc.A linguagem que utiliza é em tudo característica de tiranetes e ditadores.Como o Post é sobre problemas do foro psicológico/psiquiátrico,aceite um conselho deste humilde aprendiz,passe pelo consultório dos técnicos que tratam da mente.Resolva as questões que tem com a vida.Cada ser é único, logo não se compare a mim, que o sentimento é recíproco.

Anonymous said...

Se outro mérito ou resultados porventura não se obtiveram,eis quão útil se torna uma simples e rotineira operação stop,para que se faça luz na mente de alguém e tenha contribuido para abrir uma nesga de inteligência cerebral da pessoa que com tal comentário demonstrava não possuir,( Obrig. em nome do beneficiado.)

Anonymous said...

SE querem fazer de mim um lìder , está bem, eu faço-lhe a vontade vou ser líder a partir de agora.

Anonymous said...

À atenção de alguns velhos e deactualizados comentadores,na psp, já não existe o posto de guarda,desde 99,passou a ter outra designação.

Anonymous said...

Sou Oficial da PSP e como tal também já fui Aspirante. Já fui estagiário e já orientei estagiários.
O Aspirante tem um orientador, que será sempre Oficial e deve acompanhá-lo de forma a inteirar-se das suas futuras responsabilidades. No entanto, apesar de eu compreender ser difícil a um Oficial Militar perceber isto, a verdade é que há vantagens em que os Aspirantes a Oficial de Polícia também se façam acompanhar por Agentes!
Também eu, como Aspirante, fiz pequenas operações stop acompanhado apenas por Agentes. E foram-me muito úteis! Primeiro porque deu para ver melhor as dificuldades que um Agente tem na rua, depois porque, por regra, são excelentes executantes e com isso aprendi e por último, porque também deu para perceber melhor as suas falhas.
E sabem por que é que eu compreendo que é difícil a um Militar perceber isto? É porque os Militares continuam a querer comparar o incomparável! Continuam a achar que os Agentes da PSP são os correspondentes aos Soldados da Tropa e que os Comissários se equivalem a Capitães...
Os nossos Agentes são profissionais de Polícia, não vieram para cá cumprir o serviço policial obrigatório e ninguém os vai mandar embora ao fim de meia dúzia de contratos anuais!
Os Comissários da PSP, tal como todos os profissionais de Polícia, não estão fechados nas Esquadras à espera que a guerra aconteça. Estão noite e dia na rua, na sua guerra constante. Sim, porque nós, ao contrário dos nossos respeitosos Militares, não estamos em tempo de paz.
Deixem de querer comparar o incomparável!

Anonymous said...

Gostei do seu comentário. O seu a seu dono.

Anonymous said...

Anónimo November 15, 2008 10:59 AM
Gostei desse comentário. Eu não sou oficial e tenho pena que nem todos pensem assim. Certamente teriamos mais qualidade do que aquela que existe.
Quanto ao MC, deixe de ser idiota! Construa...

Anonymous said...

"November 15, 2008 10:59 AM"
Clap, clap, clap.Tenho o grato prazer de conhecer oficiais dessa estirpe, meu lamento é não serem a maioria.Se alguma vez esta Instituição chegar a esse estádio, seguramente o nosso País será melhor.

mais outro anónimo said...

A forma como aqui foi tratado alguém que claramente não é polícia mostra-nos porque razão há tantos suícidios nas forças de segurança. São, maioritariamente, uns infelizes, uns complexados, anti-sociais, que não sabem viver em sociedade.
Há baixa de suícidios passa pelo bom recrutamente de futuros polícias. Uma boa bateria de testes psicológicos, para que esta não se torne uma extensão do Júlio de Matos e outros tais. É muito difícil de acreditar que uma pessoa no seu estado mental "normal", ao fim de nove meses de polícia se suícide e que a "culpa" seja da cooperação!
Sejamos corajosos, honestos, e chamemos os "bois pelo nome". Só assim se poderá ser efectivo nesta questão.

Anonymous said...

Inflizes e complexados e outros impropérios,serão na sua óptica, porque julga os outros detituídos de intligência,portanto argumente contra-argumenta e pensa por eles, chama-se a isto usando uma expressão popular fazer a festa deitar os foguetes e apanhar as canas

Anonymous said...

sr. Comissário
Antes de qualquer comentário faço desde já uma declaração de interesses: Não sou policia, nem militar, não fiz serviço militar e não tenho especial atracção por fardas que ás vezes mal as distingo. Não estou dependente hierarquicamente , não tenho deveres ou obrigações especiais para ninguém a não ser aquelas que coerciavamente o estado me impõe e as regras de boa conduta e educação de convivência em sociedade. Só aperto a mão a quem quero e não me sento à mesa do café com toda a gente. Feito este perfil, e correndo o risco de ser considerado ignorante ( que sou) vou dar-lhe a minha opinião sobre o seu post com todo o distanciamento que tenho destas questões. Começo por lhe dar um ou dois exemplos: um juíz ou delegado MP estagiários acompanhados pelo secretário judicial e pelo escrivão nas suas tarefas. Médico ou engenheiro estagiários acompanhdos pela enfermeira/o e pelo contra-mestre ou mestre de obras. Parece-lhe absurdo? Também a mim.Compreenderia a sua teoria se os estagiários fossem tutelados em permanência por um superior hierarquico que fosse esclarecendo o que os executantes fossem fazendo. E se surgir uma situação que careça de intervenção correctiva superior? Que dirão amanhã estes funcionários se estiverem sob as ordens do antigo estagiário? Se calhar será por estas que na Alemanha quem quizer ser policia entra para uma escola onde todos têm mesma formação base. Só ascende quem se for qualificando e mostrnado capacidade e aptidões para o desempenho de funções inerente as categorias superiores. Quero dizer que desconheço a posição relativa hierarquica de comissário, pois que esta designação associo-a ao comissário Maigret da série policial. Na rua para mim são todos policias. Desculpe a ignorância, mas já que aqui cheguei, prometo ir estudar melhor este tema. Cumprimentos.
José António Moreira da Silva- Fermentelos

Anonymous said...

Sr. de Fermentelos, não estude porque fica pior, acaba com o resto! Mantenha a pouca saude mental que demonstra no modo como discute estes assuntos. Deixe para quem, no minimo, mal ou bem, vive no meio.... Uma coisa dou-lhe valor, conseguiu decifrar um Comissário aqui no meio!

Anonymous said...

Caro Sr. de Fermentelos,
E não teriam os engenheiros muito a aprender com os mestres de obras?
Apesar de dizer pouco conhecer de hierarquias, vejo que sabe distinguir Agentes de Comissários.
É verdade, sou Comissário. Tenho orgulho nisso e trabalho diariamente para me continuar a sentir orgulhoso.
Como Aspirante que fui, tive um orientador que me acompanhou quase sempre. Mas, no que foi para além deste quase, também fui acompanhado apenas por Agentes e, como já disse, aprendi com isso!Aliás, não tenho pejo em dizer que, ainda hoje, continuo a aprender com alguns!
Não adianta repetir-me mas, a verdade é que, apesar das críticas e lamentações, nesta Casa ainda vai havendo profissionalismo e não é por haver misturas que deixa de haver hierarquia, disciplina e sentido do dever!
Mas, isto é na Polícia e "do Convento sabe quem lá está dentro".
Deixem de querer comparar o incomparável!

Anonymous said...

Sr Comissário
Agradeço a sua resposta. Quero dizer-lhe que não deve ver no meu post qualquer crítica. Eu disse que era ignorante na matéria. Só abordei o assunto por ter deambulado por estas bandas e me ter feito espécie a sua explicação. Apesar de tudo também gosto de aprender e não me confrange nada perguntar quando não sei. De qualquer modo bem haja pela sua atenção.José A. M.Silva- Fermentelos

Anonymous said...

Caros camaradas, colegas, amigos: há pessoas estranhas às polícias que sentem curiosidade e alguma vontade em enriquecer este blogue com a sua participação. O Sr. José António Moreira da Silva, leu, comentou e... levou de todos. É certo que ele entrou a "matar", mas não é correcto que ripostemos com a mesma moeda. A nossa preparação, por mais fraca que seja, não se deve permitir a fechar portas. Gostei de ver que depois houve uma inflecção nos comentários. E se o homem disse o nome, não tinhamos que demonstrar desprezo chamando-lhe pelo nome da terra. Nós também não gostamos quando um «camarada» nosso, a título pessoal faz uma asneira e nos jornais aparece o nome da corporação em vez do nome da pessoa.

Anonymous said...

Anónimo November 16, 2008 11:35 PM

Isso é a pura conversa da treta. Comentar é uma coisa, dizer barbaridades idiotas é outra. Certo é que as "polícias" dão nas vistas, seja pelo que for, mas enquanto não exigirmos dos outros aquilo que exigem de nós, nunca chegaremos a lado nenhum. Somos profissionais como outra profissão qualquer, descontamos os nossos impostos como todos os outros, direi até, mais que os outros, temos direitos, temos deveres, exigem-nos tudo e mais alguma coisa quando nos dirigimos a outras entidades/empresas/pessoas. Por isso está na hora de exigirmos ser tratados de modo igual, com respeito. Esse foi o respeito que o Sr. de Fermentelos não teve, aqui neste local.

Anonymous said...

Concordo. Mas educação e respeito nunca ficaram mal. Se nos exigem é óbvio que deveremos exigir. Mas devemos dizer NÃO! à má educação.

Anonymous said...

Não queiram ver problemas onde não os há!
O Sr. José António Silva é bem vindo a este fórum e não vi má educação nos seus comentários. Vi comentários de alguém que não conhece a Instituição policial por dentro e por isso entendi por bem dar-lhe alguns esclarecimentos.
Também não me parece que o Sr. se tenha sentido ofendido em ser tratado pelo nome da terra. Se o próprio fez questão de dizer o nome da sua terra será porque sente orgulho nela e daí o ter tratado dessa forma.