Wednesday, December 3, 2008

102 / Os Comentários

Assumir que se quer ter um blogue é assunto fácil nos dias que correm. Antes de se ter feito a primeira publicação, em 19 de Janeiro de 2007, pensou-se no modelo e assumiu-se o que se pretendia dele. Pensamos que estamos no caminho certo. Para quem não vive desta publicação, até que o resultado não é mau: uma certa actualidade, textos cuidados (embora nalguns casos com erros apesar de se tentar evitá-los) e uma foto/imagem que nem sempre parece ter a ver directamente com o texto. Mas a mensagem está lá. Este blogue pode ser um local de reflexão. Pode sim senhor. Este blogue é feito com cuidado, gosto, empenho e tenta falar de assuntos vários não seguindo uma agenda específica. É um local que não vive de publicidade, é obvio, pois não a vislumbram, mas dá-se muito bem com a publicidade que lhe fazem. Porquê esta conversa? Simples. Este blogue vive com comentadores ou sem eles. Já aqui várias vezes se pediu que os comentários tivessem alguma qualidade de conteúdo, que quem os lesse os percebesse e que estivesse minimamente ligado com a mensagem. Não é o que acontece muitas das vezes. Agradece-se a persistência dos comentadores que não se deixam enrolar na conversa baixa de outros. Queríamos manter o blogue com os comentários abertos e livres. Gostaríamos de continuar assim, pois tecnicamente poder-se-ia impedir a entrada dos comentários menos próprios e até ininteligíveis. Concluindo: todos podem e devem colaborar. Para quê o comentário impróprio se ninguém o entende?

21 comments:

Anonymous said...

Acho muito bem! Haja clareza! Em bom português, chamem os bois pelos nomes! Uma boa parte dos comentários aqui efectuados, só devem ser percebidos por quem os escreve.

Anonymous said...

A ser verdade o que diz, isto ainda está muito pior do que eu pensava.Depois ainda há por aí quem diga que antigamente que assinavam de cruz.

Anonymous said...

Não se preocupem! A caravana acaba sempre por passar. Mesmo com comentários mais "reles", há outros que acabam sempre por comentar o que está em assunto. Os tais que só a eles se compreendem, pelo menos têm um espaço para aliviar as frustrações, o que pode ser bom na actual conjuntura. Enquanto escrevem aqui algumas barbaridades não andam na rua a dar mau nome à profissão.
Continuemos com este Blog e porque não aceitar temas para discussão? Como não sei, mas alguém entendido em informática que diga.

Anonymous said...

O comentários têm sempre destinatário.Acreditem que este Blog é lido com atenção e por muita gente, inclusivé os destinatários de alguns comentários.Eu sei que eles os lêm, porque os comentam.Quanto ao facto de nem todos perceberem o seu conteúdo é sinal de que andam distraídos da realidade.O Blog por ser aberto ainda exige mais cuidado de quem escreve, porque nunca se sabe quando alguém indesejável (Media) navegue por aqui.

O Jacaré 007 said...

No blogue que se quer cuidado falta nos Estabelecimentos de Ensino de Formação Contínua a Academia Militar e pela ordem de precedência das Instituições a GNR vem primeiro que a PSP, assim como a Armada vem antes do Exército.
Por falar em Armada a Polícia Marítima também é uma polícia de âmbito nacional.
Isto é o que me dizem os meus assessores.
Cumprimentos.

Anonymous said...

December 4, 2008 2:42 PM

Jacaré:
Quem guarda pessoas, chama-se polícia;
Quem guarda ovelhas, chama-se pastor;
Quem guarda pinhal, chama-se guarda florestal.
Eu sei que a GNR controla cerca de 80% do território nacional, mas quantas pessoas lá vivem?
Que tal preocupar-se sobre o número de elementos da GNR aquartelados em Lisboa?
Sabia que só esses são em maior número que os da PSP, para toda a área metropolitana de Lisboa, que vai desde a dita a Cascais, Torres Vedras e Vila Franca?
Nas reuniões de trabalho, a PSP manda um chefe de polícia , a GNR manda um Major, pelo menos, porque será?
Tiro o meu chapéu ás RP/GNR, conseguem vender tudo, até ilusões.
Quanto á ordem de precedência, manda a boa educação deixar os "outros" passar em primeiro lugar.Volte sempre, meu caro.

Anonymous said...

O Jacaré é verde e tudo! Está tudo dito, não há discussão possível, é dos tais que vem para aqui desabafar, desconhecendo a realidade.

Anonymous said...

As sugestões para o blogue, como pede o «Anonymous December 4, 2008 10:12 AM» penso que podem ser feitas para a caixa de correio que vem indicada no fim da página do policíadas (fim do perímetro).

Anonymous said...

Este blog deve ser só para "amigos" e apaniguados. Logo que aparece alguém que não é da cor, é maltratado e amesquinhado. Vale mais fecharem o blog ao público que quer e gostava de participar

Anonymous said...

December 7, 2008 4:26 AM

Se não sabe dançar , não entre na dança.Ser coerente nos argumentos, sem dizer disparates é usar o contraditório.Use-o homem, se for capaz, para que este Blog não seja como diz, um clube de amigos.Parta para o confronto de ideias, determinado mas, sempre com lisura.Participe sempre com ideias, não com vocábulos.

franco said...

Concordo. Este blogue é para amigos... mas de pessoas que gostam de discutir ideias. Insultos fora! Os comentários e comentadores são anónimos por isso não vale a pena tratarmos mal ninguém. Acho que o/a/s autore/a/s do blogue já afirmaram várias veze que ele é aberto a todos. De todas as polícias e forças de segurança. Militares ou civis. Todos! Quem quiser participar, pode participar. Quanto ao fechar o blogue, é simples: quem não gosta, basta não clicar nele, que ele mentem-se fechado. Já viu como é simples?

Anonymous said...

Gostei, anónimo Franco! É isso tudo. Há pessoal que vem para aqui reclamar, ninguém sabe do quê, por isso é fácil, deixem de vir, escolham outro blog. Temos que "discutir" ideias, propostas, não precisamos de empatas.

Anonymous said...

December 7, 2008 12:53 PM

Reclamar também é ter ideias.Desconfie muito de quem diz sempre que sim.Não gosto de pessoas "porreiras", gosto de pessoas justas.Reclamar também é um acto de justiça.

Anonymous said...

É verdade sim senhor!? Quando digo reclamar, referia-me aos que aqui vêm, sem ideias, só com assuntos e referências que só ele entendem e depois ainda têm a lata de sentirem ofendidos.

Anonymous said...

Pois é verdade tão simples como isso, ninguem destoa,nem incomoda, esse é o vosso objectivo.

Anonymous said...

Gostava de contribuir com ideias, para o blog, por isso pedia que alguem mas transmitisse para que fossem do seu inteiro agrado,e deste modo, não colidir com seres bem pensantes =ingersatenciosamente.

Anonymous said...

December 8, 2008 7:12 AM

Quem assim fala só pode ser "tecla 3".

Anonymous said...

Afinal de contas não sabe o que é ironia,só quando convém.

luis said...

Parabéns, assim sim.

Anonymous said...

Um bocadinho fora do contexto, mas aqui vai:
Alguém sapiente me poderá explicar como é que há quase 20 anos a PJ recebe um suplemento de risco, na minha óptica,irregularmente?
Diz a lei, texativamente, que "o suplento de risco é fixado em 25% sob o indice 100 da respectiva tabela salarial", ora esse indice 100 são cerca de 800 Euros, o que dá 200 Euros de suplemento de risco.
Para meu espanto todos os inspectores (categoria mais baixa) recebem 391 Euros, ou seja 25% sob o 1º Escalão de inspector!!!Isto não está, nem, que eu saiba,nunca esteve consagrado na Lei, que fala sim em 25% sob o indice 100, que dão os tais 200 Euros! Fantástico não????

Anonymous said...

Ensina-nos a experiência que devemos ter sempre uma visão crítica sobre a vida.

Nessa perspectiva, não creio que a temática abordada neste último artigo do blogue denote uma apreciação cuidada sobre a IGAI.

É, aliás, muito fácil ir numa de "boata a baixo" com os motoristas, tarefeiros e outros que, pertencendo às forças, exercem a sua actividade noutros organismos, como seja a IGAI.

Mais difícil será, por exemplo, exigir responsabilidades a quem não cumpre os despachos ministeriais exarados sobre propostas da IGAI, isto há mais de 12 anos...

Compreendo que esta última observação seja mais difícil de entender ou mesmo que não venda tanto papel, mas caramba vamos lá ser honestos naquilo que se escreve.

O saudoso Dr Rodrigues Maximiano era um homem de virtudes e uma delas sempre me tem orientado ao longo destes anos: Distinguir o essencial do acessório.

Vamos lá "educar" essa distinção e, pelo menos, concedamos o benefício da dúvida a quem chega.